Com o objetivo de investigar diferentes formas de interação entre público e obra, alunos de vários cursos desenvolveram dinâmicas colaborativas durante a exposição. Essas trocas resultaram neste zine, que compartilha múltiplas leituras sobre algumas das “constelações tangíveis” expostas, convidando o leitor a refletir junto sobre as experiências no espaço expositivo.
Este estudo investiga as conexões entre a arte feminista da década de 1970 e o universo tecnológico, partindo da segunda onda do feminismo e da emblemática exposição "Womanhouse". A pesquisa analisa a evolução da resistência das artistas mulheres aos estereótipos de gênero, evidenciando o uso da tecnologia como ferramenta de criação, espaço de experimentação e meio de emancipação. O trabalho também discute o surgimento do feminismo ciberativista e seu impacto na ampliação do protagonismo feminino no ciberespaço artístico, com ênfase nos desdobramentos desse movimento no contexto brasileiro contemporâneo.
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